Neste post, dividido em 2 partes (parte 1 e parte 2) farei um pequeno histórico de minha evolução como investidor.
Sou formado em Administração de Empresas, por uma boa faculdade.
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Entretanto, apesar desta formação, não tive em nenhum momento na minha vida estudantil o tópico de Educação Financeira, uma lacuna, em minha opinião, que me prejudicou bastante no começo de minha vida profissional.
Histórico – Parte 1: os erros

Assim sendo, cometi os mesmos erros que a maioria das pessoas comete, os quais são:
- não saber direito quanto ganha;
- não saber direito em que gasta;
- gastar mais do que ganha;
- usar cartão de crédito e cheque especial de forma descontrolada.
É claro que, com estes maus hábitos, não sobrava dinheiro para investir e/ou, se sobrasse, estava sendo usado para investir com dívidas, outro mau hábito, pois jamais um investimento vai ganhar dos juros de uma dívida.
Os investimentos eram também os disponíveis no banco: poupança, fundos de renda fixa e fundos de ações.
Mesmo sem conhecer direito, investi em fundos de ações, tendo até ganho algum dinheiro, por pura sorte.
Entretanto, nada disso faria o patrimônio evoluir, se eu estava endividado.
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Em uma época de desemprego, cheguei a entrar no crédito rotativo do cartão de crédito, criando uma bola de neve que só aumentava.
Estudos e planilhas
Foi um inocente livro que fez com que eu reconhecesse meus erros e tomasse providências para mudar.
Este livro é ainda hoje um best seller, “Pai rico, pai pobre”, de Robert Kyosaki.
Não foi fácil seguir os ensinamentos do livro, mas aos poucos, num prazo de vários anos, consegui quitar a dívida do cartão de crédito, aprendendo a utilizar tanto o cartão de crédito como o cheque especial de uma forma mais sábia.
Hoje, estas ferramentas são auxiliares, se bem utilizadas podem, sim, ser aliadas.
Nada contra não utilizar também, se você for uma pessoa descontrolada com seus gastos.

O passo seguinte foi estudar mais e mais livros que falavam de educação financeira, investimentos, psicologia do investidor, etc.
O aprendizado nunca termina, é importante ter consciência disto. Cada dia, aprendemos algo novo. Cada dia, o mundo também muda, e novas situações surgem.
Dívida paga, o passo seguinte foi fazer planilhas para controlar as receitas (dinheiro que entra) e as despesas (aonde estão indo os gastos).
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Tem de sair menos dinheiro do que entra, senão nunca sobra.
A despeito de eventuais fases de desemprego, minha carreira profissional também foi evoluindo ao longo do tempo, com salários maiores.
Flertei também com o empreendedorismo, mas não deu certo, devido problemas com os sócios.
Continua em Histórico – parte 2.
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